Pular para o conteúdo principal

O suntuoso Palácio Real de Madri, grátis para latino-americanos

Palácio Real

Um passeio por Madri que não inclua uma visitinha à residência oficial do rei da Espanha será incompleto.
O Palácio Real, ou Palácio do Oriente, é um dos grandes símbolos da importância e opulência que a Coroa Espanhola teve durante as navegações e o período de exploração colonial.

O edifício é imenso, numa das regiões mais bonitas da cidade, e os interiores do palácio são simplesmente impressionantes, que pode ocupar algumas horas de qualquer roteiro turístico na cidade.


Infelizmente, é proibido tirar foto em seu interior, mas as muitas salas, câmaras e alas do Palácio abrigam obras de arte, livros, mobílias, armaduras, instrumentos e muitos outros artigos históricos inestimáveis. Só a coleção de violinos, violas e violoncelos valem alguns milhões de euros.
A armoraria é um show à parte, com uma coleção incrível de armaduras, espadas e armas de fogo primitivas.

O preço do ingresso é salgado (apesar de justo): 10 euros inteiro, ou 5 para estudantes.
No entanto, a ótima notícia é que de segunda a sexta, para cidadãos de países ibero-americanos (que inclui o Brasil e boa parte da América Latina), europeus e residentes, depois de certo horário, a entrada é grátis. Basta apresentar o passaporte na entrada.
É lógico que, nestes horários, a fila para entrar é quilométrica, mas anda rapidamente e o Palácio é tão gigantesco que nem parece ficar tão cheio assim.

E, às quartas-feiras, há a troca de guarda às 11 horas da manhã.

Jardins de Sabatines

Um passeio ao Palácio deve incluir, antes ou depois da visita, uma passada pelos Jardins de Sabatines, logo atrás da residência real.
É um jardim pequeno, mas muito bonito e com uma linda vista do Palácio, tanto de dia quanto de noite.
E não precisa pagar nada para entrar!

Palácio Real de Madri
www.patrimonionacional.es
Preço da entrada: 10 euros (inteira), 5 euros (estudante).

Horários:
No verão (de abril a setembro), das 10 às 20 horas - entrada gratuita para ibero-americanos, europeus e residentes após as 18 horas.
No inverno (de outubro a março), das das 10 às 18 horas - entrada gratuita para ibero-americanos, europeus e residentes após as 16 horas.


Importante: favor ler as Perguntas Frequentes - FAQ.

Comentários

  1. Otima dica! Adoro museus e palácios, mas os preços quando sõ salgados desanimam!

    Eis a vantagem de ser latino americano agora na europa!

    ResponderExcluir
  2. É o mínimo para compensar tudo que a Espanha enriqueceu graças a exploração de suas colonias...

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Woodbury, 2 anos depois (compras)

Há pouco mais de dois anos, escrevi minha primeira postagem sobre o Woodbury Commons Premium Outlet , um complexo de lojas com marcas famosas a preços com descontos. Da primeira vez, fomos de trem e foi uma experiência estressante, tanto pela troca de trens quanto pelo enorme intervalo entre o trem que nos levava e aquele no qual retornaríamos a Manhattan. Desta outra vez, porém, fomos de carro, o que deveria tornar tudo mais simples. Indo a Woodbury de carro (O carrão que nos levou a Woodbury) Para alugar um carro em Nova York, você não precisa ter a carteira de motorista internacional, caso você pretenda ficar menos de três meses nos EUA. O aluguel mais barato de um carro na AVIS , incluindo a taxa, sai em torno de 80 dólares. No entanto, queríamos um carro um pouco maior para acomodar as compras, o que encareceu o preço do carro em 1 (um!) dólar, e como ser precavido nunca é demais, também contratamos o seguro, assim, o preço final do aluguel do automóvel saiu por 105 ...

O código de ética não-verbal dos nova-iorquinos - parte 3

Voltar para a parte 2 Dando prosseguimento ao tópico "código de ética não-verbal dos nova-iorquinos", vamos a novas práticas e comportamentos que percebemos nas ruas de Nova York. - Cuidado com a contramão No livro "A Sabedoria das Multidões", o autor James Surowiecki apresenta o movimento dos pedestres como uma forma de inteligência coletiva. Como tantos pedestres conseguem se deslocar sem ficar se esbarrando o tempo todo? De fato, uma volta pelas ruas de Manhattan é um exemplo claro disto: mesmo nas ruas mais movimentadas, há um fluxo bastante harmônico e inconsciente entre os pedestre. No entanto, o turista costuma ser um corpo estranho neste processo, já que quer olhar e tirar foto de tudo, e como na música de Chico Buarque, "atrapalhando o tráfego". Tudo bem... os turistas tem todo o direito de curtir a cidade em seu próprio ritmo, no entanto, jamais ande na contramão . E não estamos falando da contramão dos carros, como pegar uma rua no s...