Pular para o conteúdo principal

Bruxelas para Mãos de Vaca - Max Hotel, simples, moderno e barato. Precisa de mais?


Um dos sonhos de qualquer viajante habitual é encontrar um lugar bom, barato e bem localizado para se hospedar.
Tem gente que só se realiza se ficar em hotéis 5 estrelas, mas há aqueles que só precisam de uma cama, chuveiro com água quente, limpeza e segurança.
O Max Hotel, em Bruxelas, veio para satisfazer esta segunda categoria de pessoas.


Localizado na Boulevard Adolphe Max, uma importante rua comercial de Bruxelas, o Max Hotel é tudo que você precisará, se você não estiver atrás de muito luxo.

Há um shopping center na rua de trás com um belo mercado Carrefour no subsolo e um McDonald's a uns vinte metros dali. Do hotel até o centro histórico são uns 15 minutos de caminhada, e também há uma estação de metrô pertinho, ou seja, uma área excelente.


O conceito é low-cost até as entranhas. O check-in é feito em máquinas como as da foto acima, sem recepcionista. Somente você, com seu cartão de crédito e o código de sua reserva. A própria máquina lhe entrega a chave do quarto.

Se você for um pouco lerdo para mexer em coisas eletrônicas e tiver problemas (bem, nós tivemos porque a máquina não estava conseguindo ler o nosso cartão), há um funcionário de plantão para ajudá-lo.


O quarto é minimalista e todos os serviços são pagos à parte, como internet ou limpeza do quarto. Não há frigobar, nem outras comodidades, mas, para quem está a turismo ou para uma viagem de negócios, que só precisa de um lugar para dormir no fim do dia, o Max Hotel cumpre bem seu papel.


Com diárias a partir de 30 euros para quartos individuais e 40 euros para quartos duplos, é a certeza de uma hospedagem honesta e confortável, melhor do que acabar num albergue dividindo um dormitório com desconhecidos por quase o mesmo preço.

Agora, as nossas dicas para se virar bem no Max Hotel são:

1 - não pague pelo acesso à internet. Desça no lounge do primeiro andar e tente fisgar alguma conexão aberta. Se isto não funcionar, vá até o McDonald's ali perto e utilize o wifi grátis da lanchonete;

2 - não compre nenhum dos produtos vendidos nas máquinas. Vá até o Carrefour na rua de trás e faça o seu estoque de água e besteirinhas para beliscar à noite. Além disto, na Boulevard Adolphe Max há alguns restaurantes e mercadinhos que ficam abertos até mais tarde, caso a fome aperte.

3 - faça a reserva com antecedência, pois o preço ficará muito mais alto caso você deixe para fazer a reserva diretamente nas máquinas da recepção.

Quisera eu que houvesse um hotelzinho como este em todas as grandes cidades do mundo!

Site oficial do Max Hotel
http://www.maxhotel.be/
107 boulevard Adolphe Max


Importante: favor ler as Perguntas Frequentes - FAQ.

Comentários

  1. Tem como reservar pela internet? Por que nao é meio arriscado chegar lá e nao ter quarto ? Obrigado

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Um bom site para reservar hotel é www.hoteis.com
      Boa viagem!

      Excluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Woodbury, 2 anos depois (compras)

Há pouco mais de dois anos, escrevi minha primeira postagem sobre o Woodbury Commons Premium Outlet , um complexo de lojas com marcas famosas a preços com descontos. Da primeira vez, fomos de trem e foi uma experiência estressante, tanto pela troca de trens quanto pelo enorme intervalo entre o trem que nos levava e aquele no qual retornaríamos a Manhattan. Desta outra vez, porém, fomos de carro, o que deveria tornar tudo mais simples. Indo a Woodbury de carro (O carrão que nos levou a Woodbury) Para alugar um carro em Nova York, você não precisa ter a carteira de motorista internacional, caso você pretenda ficar menos de três meses nos EUA. O aluguel mais barato de um carro na AVIS , incluindo a taxa, sai em torno de 80 dólares. No entanto, queríamos um carro um pouco maior para acomodar as compras, o que encareceu o preço do carro em 1 (um!) dólar, e como ser precavido nunca é demais, também contratamos o seguro, assim, o preço final do aluguel do automóvel saiu por 105 ...

O código de ética não-verbal dos nova-iorquinos - parte 3

Voltar para a parte 2 Dando prosseguimento ao tópico "código de ética não-verbal dos nova-iorquinos", vamos a novas práticas e comportamentos que percebemos nas ruas de Nova York. - Cuidado com a contramão No livro "A Sabedoria das Multidões", o autor James Surowiecki apresenta o movimento dos pedestres como uma forma de inteligência coletiva. Como tantos pedestres conseguem se deslocar sem ficar se esbarrando o tempo todo? De fato, uma volta pelas ruas de Manhattan é um exemplo claro disto: mesmo nas ruas mais movimentadas, há um fluxo bastante harmônico e inconsciente entre os pedestre. No entanto, o turista costuma ser um corpo estranho neste processo, já que quer olhar e tirar foto de tudo, e como na música de Chico Buarque, "atrapalhando o tráfego". Tudo bem... os turistas tem todo o direito de curtir a cidade em seu próprio ritmo, no entanto, jamais ande na contramão . E não estamos falando da contramão dos carros, como pegar uma rua no s...