Pular para o conteúdo principal

Queima de fogos de 4 de julho 2011 e concurso de comer cachorro-quente em Coney Island

 (fonte da foto: site da Macy's)

O Dia da Independência dos EUA, no dia 4 de julho, é um dos feriados mais importantes do país e, em Nova York, é celebrado com a tradicional queima de fogos da Macy's.
Assim comos nos ano passados, a queima de fogos do 4 de julho não será no East River, mas sim no Rio Hudson, no lado oeste de Manhattan.

As barcas com os fogos estão espalhadas pelo trecho entre as ruas 24 e 54, e os espectadores poderão assistir ao show pirotécnico desde a West Side Highway.
A queima de fogos ocorrerá às 9 horas da noite neste dia 4 de julho de 2011. Como todo evento popular em Nova York, é preciso chegar cedo se quiser ter uma boa vista, já que dezenas de milhares de pessoas se aglomeram para ver os fogos.
Particularmente, acho que este é quase um programa de índio, mas, pelo menos, é de graça...

Além disto, esta é tradicionalmente uma época de grandes promoções em lojas e outlets. Fique de olho nos cartazes de SALE e corra para fazer suas comprinhas.

Para mais informações:
http://social.macys.com/fireworks2011/

***

Entupindo-se de cachorro-quente

E no dia 4 de julho ocorre também o famoso concurso de quem come mais cachorros-quentes (do Nathan's, obviamente!) em Coney Island.
Ano passado, o ganhador conseguiu a proeza de comer 68 cachorros-quentes em 10 minutos. Fico imaginando o azia depois!
Caso você se interesse por ver esta bizarrice, chegar em Coney Island é, por si, uma odisséia. Não que seja difícil chegar lá, mas é longe pra burro...  É preciso pegar o metrô Q, D ou F e descer na última estação (Coney Island/Stillwell Ave), o que leva mais de uma hora de viagem, ou fazer conexão com o trem B.
Também se prepare para o zoológico humano que você irá encontrar nos metrôs e, principalmente, na própria Coney Island, pois, por ser uma das praias mais próximas e aberta gratuitamente ao público de Nova York (pois há várias praias privadas em Long Island), para lá se dirigem todos os farofeiros dos arredores. O que não deixa de ser bastante pitoresco (e ao mesmo tempo assustador).

Site Oficial do Nathan's
http://nathansfamous.com/PageFetch/

Comentários

  1. Muito interessante esse post. Adorei seu blog também, super informativo e ótimo conteúdo. Parabéns!

    ResponderExcluir
  2. A discrição que vc faz dos acontecimentos dessa data são engraçadas rs, é do tipo "vá, mas não diga que não avisei", gostei...

    Acredito que se tivesse por ai nessa época gostaria de presenciar, mesmo que fosse para dizer ao final "não gostei" rs

    bjoS2

    ResponderExcluir
  3. Legal cara o seu blog é bem informativo mas nào considero o 4 de julho ou a queima de fogos uma coisa tipo programa de Indio. É uma tradição americana por, primeiro celebra a sua independência e também, é muito bonito. Para turistas então é bem interessante!!!
    www.viajandonlineblog.com

    ResponderExcluir
  4. Eu sempre acho que cada um deve julgar por si próprio se lhe agrada ou não uma atração, ou local turístico.
    A pior coisa que alguém pode fazer é deixar de fazer certos programas porque alguém lhe disse que é ruim, e depois acabar descobrindo que talvez até pudesse ter se divertido.

    Por exemplo, meter-se no meio de empurra-empurra entre milhares de pessoas, depois de caminhar por várias quadras por cordões de isolamento da polícia, para assistir, embaixo de um viaduto, uma queima de fogos de uns 10 minutos, e depois voltar para casa, não é exatamente o que mais me anima neste mundo.
    Mas sei que tem gente que gosta...

    Imagino que numa cidade interiorana americana, com uma festividade mais pessoal e mais tradicional, seja mais interessante.

    ResponderExcluir
  5. Concordo com vc, Henry. Tive que ir para ver o que acharia da celebração no fim do evento.

    Assisti à queima de fogos e confesso que não achei grande coisa. A nossa, em Copa, costuma ser beeeem melhor, apesar da muvuca. Não sei se onde fiquei é que foi o problema, mas não vi carros de som nas ruas, nem um trio-eletricozinho pra animar o povo, hehe.

    O que gostei de lá foi a organização dentro dos próprios cercadinhos, pois o pessoal não se espreme tanto quanto em Copa, mas aqueles enormes corredores por onde os carros da polícia circulam (e que ocupam espaço onde as pessoas poderiam ficar, se espalhar) são um pé no saco mesmo. Mas a gente compreende a neura com segurança dos caras, né.

    Depois que acabam os fogos, vai todo mundo embora, nem uma musiquinha pra embalar a galera. Enfim, programinha meio de índio esse, mas se eu não fosse, não chegaria a essa conclusão. :)

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Woodbury, 2 anos depois (compras)

Há pouco mais de dois anos, escrevi minha primeira postagem sobre o Woodbury Commons Premium Outlet , um complexo de lojas com marcas famosas a preços com descontos. Da primeira vez, fomos de trem e foi uma experiência estressante, tanto pela troca de trens quanto pelo enorme intervalo entre o trem que nos levava e aquele no qual retornaríamos a Manhattan. Desta outra vez, porém, fomos de carro, o que deveria tornar tudo mais simples. Indo a Woodbury de carro (O carrão que nos levou a Woodbury) Para alugar um carro em Nova York, você não precisa ter a carteira de motorista internacional, caso você pretenda ficar menos de três meses nos EUA. O aluguel mais barato de um carro na AVIS , incluindo a taxa, sai em torno de 80 dólares. No entanto, queríamos um carro um pouco maior para acomodar as compras, o que encareceu o preço do carro em 1 (um!) dólar, e como ser precavido nunca é demais, também contratamos o seguro, assim, o preço final do aluguel do automóvel saiu por 105 ...

O código de ética não-verbal dos nova-iorquinos - parte 3

Voltar para a parte 2 Dando prosseguimento ao tópico "código de ética não-verbal dos nova-iorquinos", vamos a novas práticas e comportamentos que percebemos nas ruas de Nova York. - Cuidado com a contramão No livro "A Sabedoria das Multidões", o autor James Surowiecki apresenta o movimento dos pedestres como uma forma de inteligência coletiva. Como tantos pedestres conseguem se deslocar sem ficar se esbarrando o tempo todo? De fato, uma volta pelas ruas de Manhattan é um exemplo claro disto: mesmo nas ruas mais movimentadas, há um fluxo bastante harmônico e inconsciente entre os pedestre. No entanto, o turista costuma ser um corpo estranho neste processo, já que quer olhar e tirar foto de tudo, e como na música de Chico Buarque, "atrapalhando o tráfego". Tudo bem... os turistas tem todo o direito de curtir a cidade em seu próprio ritmo, no entanto, jamais ande na contramão . E não estamos falando da contramão dos carros, como pegar uma rua no s...